O Banco Alimentar de Isabel Jonet

É assim que lhe chamam, e é assim que ela gosta que lhe chamem.

Banco Alimentar Animal

Há muitos anos, era eu ainda jornalista no activo, e na Activa, coube-me aquilo que na altura considerei ser uma honra, a de entrevistar Isabel Jonet para o Prémio Mulher Activa. Achava, como acho, ser o Banco Alimentar Contra a Fome uma instituição altamente meritória e, por arrasto, achava o mesmo de Isabel Jonet. O texto foi fácil de construir, sem ter de puxar a brasa à sardinha da candidata que me coube, pois os números falavam por si. O Banco Alimentar era, de facto, uma obra importante e de utilidade inquestionável. Isabel Jonet ganhou, então, o Prémio Mulher Activa 2000 e eu bati-lhe palmas.

Nove anos depois mudei de ideias. Não é a primeira vez que Isabel Jonet tem atitudes cretinas, como aquela que tanta polémica gerou recentemente, e que são bem representativas do estilo de ser humano que é. Para esta caridosa senhora, uns são uns e outros são outros e nada de misturar as coisas. Hoje diz que a malta tem a mania que é rica e que não pode comer bife todos os dias, em 2009 o caso foi mais grave (apesar de não ter tido tanto alarido) e a senhora colocou um grande gabinete de advogados a ameaçar dois ou três jovens humildes, o que só provou que o Banco Alimentar Contra a Fome é rico, para poder contratar serviços de grandes advogados.

Mas o que se passou em 2009?

Já eu estava envolvida na protecção animal, devagarinho, e pus-me a pensar que fazia falta um apoio alimentar a particulares que do seu bolso, sem quaisquer ajudas, alimentam animais de rua e animais resgatados. Pensei, comentei aqui e ali, até disse que gostava de fazer, mas nada fiz. Relativamente pouco tempo depois, chegam-me emails que me dão conta que dois ou três jovens amigos levam avante a ideia e criam realmente o Banco Alimentar Animal. Incipiente, tímido, pobrezinho, mas avançaram com a ideia. Bravo! Se me senti ofendida por isso ter surgido um mês depois de eu falar no assunto? Não. Eu não fiz nada, talvez tenha lançado a semente, e eles avançaram com o projecto. Honra lhes seja feita. Acto seguinte, eu própria tive o prazer de começar a divulgar a iniciativa e a pedir aos amigos que participassem. Não era uma causa de egos, era uma causa para ajudar animais famintos (e desde quando eles têm menos direito a ser ajudados do que as pessoas?).

Mas Isabel Jonet não gostou. Não gostou mesmo nada! Que atrevimento, que desplante, que injúria descomunal aparecer um Banco Alimentar para os animais!!! Sim, porque “Banco Alimentar” não é uma figura de solidariedade, é uma “marca registada” de Isabel Jonet. Vai daí, Isabel Jonet contrata nada menos do que o advogado Tomás Vaz Pinto para pôr na ordem os moleques desavergonhados que tiveram a pouca vergonha de criar um Banco Alimentar Animal. E a carta rezava assim:

“2009/4/8 Tomás Vaz Pinto <tvpinto@.pt>

Exmos. Senhores Fundadores do Banco Alimentar Animal

Dirigimo-nos a V. Exas. na qualidade de mandatários do Banco Alimentar contra a Fome, associação de solidariedade social formalmente constituída com esse nome em 1991 e ainda titular da marca nacional “BANCO ALIMENTAR CONTRA A FOME” registada com o n.º 366327 e do domínio www.bancoalimentar.pt.

 Foi com grande surpresa que constatámos que V. Exas. lançaram recentemente uma associação informal com o nome “Banco Alimentar Animal”, a qual adopta e implementa o conceito introduzido em Portugal pela nossa Constituinte, sendo a única diferença o facto de as vossas acções estarem dirigidas a combater a fome de animais em vez de pessoas.

 Não obstante a nossa Constituinte nada ter contra iniciativas de apoio a animais, consideramos inaceitável a forma como a V. “associação” se aproveita da notoriedade e imagem do Banco Alimentar contra a Fome, utilizando inclusivamente a mesma cor e um domínio semelhante. Como prova desta confundibilidade, a nossa Constituinte tem recebido emails no seu endereço electrónico dirigidos às V. iniciativas.

Tudo isto, para além do mais, poderá ofender os milhares de dadores e voluntários do Banco Alimentar contra a Fome que poderão associar a V. iniciativa à actividade da nossa Constituinte, criando ainda a ideia de que a contribuição e ajuda das pessoas mais carenciadas se poderá equiparar ao apoio a animais, o que não é aceitável.

Sendo assim, não subsiste qualquer dúvida que a designação que V. Exas. adoptaram para identificar a vossa organização constitui uma violação da supramencionada marca registada e, em acréscimo, dá azo a vários erros e equívocos que afectam a nossa cliente.

Face ao exposto acima, solicitamos que V. Exas. procedam de imediato (e nunca para além do dia 15 de Abril de 2009) à alteração do vosso nome para uma designação que não colida com a da nossa Constituinte, e à supressão do mesmo em todo o material publicitário que possuem.

Embora não seja esse o nosso desejo, não hesitaremos em recorrer a todos os meios legais para repor a legalidade e defender os direitos do Banco Alimentar contra a Fome, dos seus dadores e colaboradores voluntários, na eventualidade de V. Exas. recusarem este nosso pedido.

Estando certos de que V. Exas. não deixarão de revelar sensibilidade para esta situação e cooperarão no sentido de obter um entendimento sobre este assunto, apresentamos os nossos cordiais cumprimentos.

Tomás Vaz Pinto / Vasco Stilwell d’Andrade

Tomás Vaz Pinto
tvpinto@.pt
MORAIS LEITÃO, GALVÃO TELES, SOARES DA SILVA & ASSOCIADOS, Sociedade de Advogados, R.L

Sociedade de Advogados de Responsabilidade Limitada
Tel:                 + 351 21 381 74 --
Fax:                + 351 21 382 66 --
Rua Castilho, 165
1070-050 LISBOA - PORTUGAL”

Ficamos, portanto, a saber que Banco Alimentar não é uma coisa que serve para reunir e distribuir comida a quem precisa, seja gente ou bicho, mas antes uma “marca” de Isabel Jonet. Assim sendo, não há como designar qualquer projecto de ajuda que implique a criação de um Banco Alimentar sem que Isabel Jonet lance os advogados no encalce dos incautos. Banco Alimentar há só um, o dela e mais nenhum!

Imaginemos que agora eu metia mãos à obra e abria o Banco Alimentar de Freixo-de-Espada-à-Cinta… ah, não pode!!! Isso é que era bom!!! Queremos lá saber se em Freixo-de-Espada-à-Cinta há fome ou não. O Banco Alimentar é só o de Jonet, que por acaso faz parte da Federação Europeia de Bancos Alimentares… oh D. Isabel Jonet, então a senhora não manda os seus ilustres e caros advogados ameaçar e processar os “Bancos Alimentares” europeus por uso indevido do nome e marca?!

E como ficou o Banco Alimentar Animal…? Pois que mudou de nome, imediatamente, porque dois ou três gatos-pingados, pobrezinhos, sem instalações e apenas com imensa boa vontade e um coração do tamanho do mundo jamais poderiam fazer frente a Jonet e aos seus grandes e caros advogados. E assim responderam:

“From: BAA Porto Porto <baa.porto@.com>
Date: 2009/4/8
Subject: Re: Utilização indevida de nome
To: Tomás Vaz Pinto <tvpinto@.pt>
Cc: Banco Alimentar Animal Banco Alimentar Animal <bancoalimentaranimal@.com>

Exmo. Sr. Dr. Tomás Vaz Pinto:

Na qualidade de Fundadora do Banco Alimentar Animal venho pedir desculpa pelo inconveniente mas, sempre pensamos que por não termos uma designação igual à vossa e um logótipo igual nem parecido que nunca houvesse problemas.

A nossa associação está em vias de ser legalizada por isso, não há qualquer problema em mudar a designação e logótipo.

O nosso domínio passará a ser Alimentar Animais de Portugal - AAP, se vocês acharem correcto, e mudaremos o nosso logótipo na forma e nas cores. Agradeço a vossa preocupação e nunca foi a nossa intenção usar o vosso estatuto para nos lançarmos no Voluntariado Animal. São apenas coincidências que esperamos que compreendam.

Serão retirados todas as designações do nosso blog a Banco Alimentar  bem como o nome do blog.

Espero que aguardem esta semana até podermos comunicar aos mais de 90 voluntários, Pontos de Recolha, Parceiros, entre outras entidades que estão em vias de nos ajudar.

Vamos cancelar as nossas Campanhas que iam começar em Aveiro e no Algarve em prol da vossa instituição e do nosso bom nome.

Nunca pensamos em tirar proveito das vossas acções, sendo que alguns dos nosso voluntários já foram vossos voluntários e eu, pessoalmente, ajudo sempre a vossa instituição.

É com pesar, que vejo todo o nosso trabalho tomar um rumo indesejável mas, teremos que respeitar a vossa vontade.

Somos sinceros e pensávamos, tal como outras organizações animais, que estaríamos a ser pioneiros nesta causa animal.

É neste sentido, que tomaremos todas as medidas para que ninguém saia lesado.

Esperamos alguma compreensão da vossa parte.

Os melhores cumprimentos,
Ana Ribeiro

Na verdade, não ficou a chamar-se AAP – Ajudar Animais de Portugal, mas sim AAA – Ajuda Alimentar Animal… porque Banco Alimentar há só um, o de Jonet e mais nenhum!

Com o mau feitio que tenho e me é reconhecido, obviamente que não pude quedar-me em silêncio, e deixo-vos a Carta Aberta que na altura enviei a Isabel Jonet (após tomar conhecimento por outro email, que também aqui fica registado).

Aos portugueses, generosos, só podemos agradecer o estarem mais preocupados com os que têm fome do que com as cretinices de Isabel Jonet.

CARTA ABERTA AO BANCO ALIMENTAR CONTRA A FOME – ABRIL 2009

“De: Filomena Marta [mailto: @gmail.com]
Enviada: terça-feira, 14 de Abril de 2009 17:10
Cc: tvpinto@.pt; isabel.jonet@bancoalimentar.pt; ba.federacao@bancoalimentar.pt; destak@destak.pt
Assunto: Fwd: Carta Aberta ao Banco Alimentar Contra a Fome"

Todos os cidadãos têm o direito de activamente tomar posição a favor ou contra o que quer que seja. É particularmente importante tomar posição pelos direitos dos animais, porque os animais não podem falar por si mesmos. As pessoas devem fazê-lo por eles. Os animais, tal como todos os indefesos, dependem desta protecção."(Elfriede Jelinek, Prémio Nobel da Literatura 2004)

"[O Banco Alimentar Animal ] poderá ofender os milhares de dadores e voluntários do Banco Alimentar contra a Fome que poderão associar a V. iniciativa à actividade da nossa Constituinte, criando ainda a ideia de que a contribuição e ajuda das pessoas mais carenciadas se poderá equiparar ao apoio a animais, o que não é aceitável." (Tomás Vaz Pinto / Vasco Stilwell d'Andrade, advogados, Lisboa)

Caros amigos e amigas,

Foi com uma sumamente desagradável surpresa que recebi a mensagem que me deu conta de que o Banco Alimentar Contra a Fome (BACF) colocou advogados - e de gabarito - no encalce do Banco Alimentar Animal (BAA). 

Surpresa primeira: que o BACF descesse tão baixo, tão rente ao chão, ao perseguir inquisitoriamente uma ideia solidária e de mérito, como é o BAA. Afinal, parece ficar provado que a "bondade" subjacente à iniciativa do BACF mais não é do que uma fachada ilusória, pois que não é plausível reservar a bondade apenas para seres humanos, relegando para o abandono e sofrimento todos os outros seres com quem partilhamos este planeta.

Surpresa segunda: que o BACF tenha capacidade económica para esbanjar os seus recursos financeiros - que julgaríamos preciosos e sempre demasiado escassos para ajudar todos os que precisam - em sonantes nomes jurídicos da nossa praça. Os nomes associados a esta perseguição são de advogados muito caros. Esta é talvez a primeira e mais fundamental injustiça, pois existe uma profunda desigualdade de força, já que o BAA não possui quaisquer recursos.

Surpresa fundamental: que ninguém do BACF tivesse tido a dignidade de entrar directamente em contacto com o BAA para esclarecer de forma leal e não-intimidatória esta "questão".

Que o nome de Isabel Jonet esteja associado a uma tamanha injustiça, imbecilidade e crueldade é também admirável.

Crueldade, sim, pois que Isabel Jonet, como rosto do Banco Alimentar Contra a Fome, põe deliberadamente em risco a alimentação de centenas de animais que passam fome e sofrem as agruras do abandono no nosso país. Sra. D. Isabel Jonet, quem não respeita o direito à vida de um animal é também incapaz de respeitar um ser humano!

Em prol de quê? De bairrismo? De status, ou pseudo-status? De orgulho mesquinho e descabido? Terá por acaso medo o BACF que as pessoas confundam uma garrafa de azeite com um saco de ração para cão?

Quais são, afinal, as pretensões do BACF? Preocupar-se com ninharias como o facto de haver uma outra organização solidária que partilha em comum um nome chamado Banco Alimentar? Arvorar-se em "marca" em vez de organização de solidariedade e humanidade?

Deveria o Banco Alimentar Contra a Fome ter vergonha de avançar com um processo tão ignóbil e mesquinho como este, como deveria ter vergonha de ver o seu nome associado a tão desprezível processo a D. Isabel Jonet, como deveriam ter vergonha os ilustres advogados que enviaram a missiva intimidatória ao BAA.

Uso o meu direito de expressão, e faço também minhas as palavras que seguem na missiva original abaixo, que recebi no meu mail. Envio a minha expressão "Com Conhecimento" da Sra. D. Isabel Jonet, do Banco Alimentar Contra a Fome, do Sr. Advogado Tomás Vaz Pinto e do jornal Destak, que noticiou/denunciou - e muito bem, bem haja! - esta alarmante imbecilidade.

Convido todos os Amigos dos Animais que, ao contrário do BACF, são também amigos das pessoas e solidários com qualquer iniciativa destinada a minorar o sofrimento e fome dos seres humanos, a enviarem a vossa opinião e a demonstrarem o vosso desagrado por tão ignóbil atitude aos e-mails que a seguir ficam assinalados.

Para rematar, "a ideia de que a contribuição e ajuda das pessoas mais carenciadas se poderá equiparar ao apoio a animais" referida pelos senhores advogados Tomás Vaz Pinto e Vasco Stilwell d'Andrade só poderá passar pela cabeça de quem é profunda e intrinsecamente malformado e de má-fé. E essas pessoas, em última análise, pouco interessam a uma sociedade que se quer civilizada e justa. Admira-me até que tenham chegado a uma frase deste teor... pois a mim nunca me teria passado pela cabeça tal comparação... e mesmo se passasse, garanto que só enalteceria o ser humano ser comparado a animais desinteressados, fiéis, leais, companheiros, amigos, dedicados, e com todos os adjectivos que tantas vezes faltam ao ser humano.

O meu desagrado e a minha censura a este lamentável acto aqui ficam por mim assinados.

Filomena Marta

 

“-------------------------- MENSAGEM ORIGINAL:

email dirigido a: isabel.jonet@bancoalimentar.pt, ba.federacao@bancoalimentar.pt

Boa noite,

A grandeza de uma nação pode ser julgada pelo modo como os seus animais são tratados - Mahatma Gandhi

Foi com grande constrangimento que tomei conhecimento da abordagem dos mandatários do Banco Alimentar Contra a Fome, Tomás Vaz Pinto e do Vasco Stilwell d'Andrade, ao Banco Alimentar Animal.

O Banco Alimentar Animal ajuda animais abandonados, através de ofertas várias, como, por exemplo, cobertores, ração, brinquedos e medicamentos. Esta iniciativa em pouco mais de dois meses entregou quase 1.500Kg de ração a associações e/ou pessoas carenciadas.

É de louvar igualmente que a ajuda se estenda de Norte a Sul do país e também nas ilhas do arquipélago da Madeira e dos Açores; e que trabalha já com uma centena de voluntários empenhados em dignificar a vida de alguns dos nossos animais de companhia.

Não acredito que o Banco Alimentar Animal, em momento algum, se tenha aproveitado da imagem do Banco Alimentar Contra a Fome. Pelo contrário, por achar essa iniciativa válida e por acreditar que o compromisso e responsabilidade social se podem estender a outras áreas, nomeadamente a de animais abandonados ou carenciados, o Banco Alimentar Animal surgiu, à semelhança do Banco Alimentar Contra a Fome, para fazer frente às situações precárias de alguns dos nossos animais de companhia.

Na qualidade de voluntária do Banco Alimentar Contra a Fome, no passado, e também enquanto voluntária dos Direitos dos Animais, no presente, fiquei apreensiva com algumas considerações feitas pelos mandatários Tomás Vaz Pinto e do Vasco Stilwell d'Andrade, porque acreditara que era partilhada uma experiência de vida cristã, orientada ao outro e às suas necessidades.

O Banco Alimentar Contra a Fome vai, creio, ao encontro das pessoas mais carenciadas, se não estou em erro. Por essa razão, devo confessar total espanto ao verificar que este se oponha ao nome que é dado a uma iniciativa, semelhante à sua, e que visa contribuir para o bem-estar de animais abandonados e/ou carenciados. Como se a solidariedade tivesse patente ou o Banco Alimentar Contra a Fome tivesse a concessão do privilégio de ser mais solidário que todos os outros. Porque as palavras sob a forma de ameaça à iniciativa do Banco Alimentar Animal são explícitas, cito, não hesitaremos em recorrer a todos os meios legais para repor a legalidade e defender os direitos do Banco Alimentar contra a Fome. A legalidade em se patentear gestos solidários? Não entendo.

Da mesma forma gostava que me explicassem a seguinte consideração, cito, poderá ofender os milhares de dadores e voluntários do Banco Alimentar contra a Fome que poderão associar a V. iniciativa à actividade da nossa Constituinte, criando ainda a ideia de que a contribuição e ajuda das pessoas mais carenciadas se poderá equiparar ao apoio a animais, o que não é aceitável. Devo aceitar o pretexto, sob um argumento falacioso, que uma iniciativa nobre lesa outra iniciativa nobre? Não. Não se trata de comparar pessoas a animais de companhia, porque não são equiparáveis. Trata-se de dignificar o bem-estar de pessoas e animais de companhia. Falamos de consciencializar a Sociedade para uma realidade mais íntegra.

Relembro que os animais são, algumas vezes, parece-me, a única companhia de muitos dos nossos idosos, infelizmente. Mais, são também chave essencial no desenvolvimento psicoafectivo das crianças e formam parte do núcleo familiar de muitas famílias. Torna-se então prioritário o seu bem-estar e devemos promover entre todos, mas sobretudo entre os mais jovens, exemplos, como, o companheirismo, a segurança, o afecto, a higiene, a saúde e alimentação dos nossos animais de companhia. De estimação.

Iniciativas nobres não fazem sombra umas às outras, complementam-se, não se lesam, respeitam-se e trabalham por algo melhor.

Cumprimentos,
Sara Martinho

AUTOR: Filomena Marta

Publicado em: 
4 Dezembro, 2012
Categoria: 
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