SENCIENTE:

1. adj. 2 gén. que tem sensações; sensível.
(Lat. sentiente) in Dicionário da língua Portuguesa, Editora, 5ª edição
2. adj. que sente; que tem sensações.
(Lat. sentiens ) in Dicionário Cândido de Figueiredo, 1913

SENCIÊNCIA:

Senciência é a "capacidade de sofrer ou sentir prazer ou felicidade". [1]
[1] SINGER, Peter. Vida ética: os melhores ensaios do mais polémico filósofo da actualidade.
Rio de Janeiro: Ediouro, 2002. ISBN 850001055X. P. 54
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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A tragédia do bebé e do cão de Beja

Sexta, 11 de Janeiro, 2013

Os ânimos têm estado ao rubro, entre os que além da tragédia humana querem ver a tragédia do animal, e entre os que advogam a superioridade inquestionável e inabalável do Ser Humano sobre todas as criaturas que povoam a Terra.

Daniel Oliveira foi até autor de uma frase que me arrepia: “Resumo assim: a vida do humano mais asqueroso vale mais do que a vida do animal doméstico de que mais gostamos.” 

AUTOR: Filomena Marta

Duplamente triste

Terça, 8 de Janeiro, 2013

Morreu criança de 18 meses atacada por cão em Beja

Começou ontem a saga da criança que alegadamente foi atacada por um cão, de raça considerada perigosa. Hoje, estou duplamente triste, pois dois seres vivos encontraram a morte. A criança morreu e o cão está no corredor da morte. Duplamente triste.

Muita gente, com certeza, vai espumar e ficar indignada com esta crónica. A raiva e a fúria toldam a razão. Primeiro, gostaria de não ter de escrevê-la, de todo. Depois, gostaria de a escrever noutras circunstâncias que não após a morte de uma criança. E isso acontece precisamente porque decidi não a escrever no calor do momento, quis esperar que o meu discernimento tranquilizasse e me permitisse tratar este delicado e triste assunto com justiça. Justiça para a criança e para o cão.

AUTOR: Filomena Marta

“Odeio pobre!”

Segunda, 7 de Janeiro, 2013

Sempre achei graça à rábula de um grande humorista brasileiro dos anos de 1980 que contava assim: “Todos os dias acordo, me olho no espelho e digo: odeio pobre!” Isto é ele a falar dele próprio e muitas vezes, no convívio com amigos e a talhe de foice de conversas sobre a crise, uso esta rábula para me descrever.

Mas uma coisa é o humor, essa arma saudável para brincar com assuntos sérios, delicados ou tristes, outra coisa é ler, preto no branco, tiradas aberrantes de ditos “colunistas” da nossa praça.

Folheava eu a revista FLASH, por motivos profissionais (embora confesse ter carinho por alguns dos meus colegas que lá trabalham e até ser uma boa revista dentro do seu género), quando tropecei numa “coluna do social”, daquelas do tipo do falecido Carlos Castro, ou seja, coluninhas de escárnio e maldizer. Daquelas coisas que não aquecem nem arrefecem quando se limitam a falar mal do vestido da tia X ou do almoço do fulano Y… mas que irritam um bocadito quando se lançam para fora de pé e querem dar um ar de coisa séria.

AUTOR: Filomena Marta

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