SENCIENTE:

1. adj. 2 gén. que tem sensações; sensível.
(Lat. sentiente) in Dicionário da língua Portuguesa, Editora, 5ª edição
2. adj. que sente; que tem sensações.
(Lat. sentiens ) in Dicionário Cândido de Figueiredo, 1913

SENCIÊNCIA:

Senciência é a "capacidade de sofrer ou sentir prazer ou felicidade". [1]
[1] SINGER, Peter. Vida ética: os melhores ensaios do mais polémico filósofo da actualidade.
Rio de Janeiro: Ediouro, 2002. ISBN 850001055X. P. 54
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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O primado dos pobres...

Terça, 19 de Março, 2013

O que separa Portugal das economias florescentes do Norte da Europa?!

A mentalidade dos gestores e dos que detêm poder, influência e riqueza.

O povo é o povo, aqui e na China.

AUTOR: Filomena Marta

Em honra de S. Francisco

Sexta, 15 de Março, 2013

S. Francisco de Assis

O Papa não se chama “Pedro”. Caíram por terra a Profecia dos Papas de Santo Malaquias e as previsões de Nostradamus. Ou então, partimos já para uma teoria da conspiração: o Conclave decidiu não deixar que fossem cumpridas as profecias. Isto do Livre Arbítrio tem muito que se lhe diga… e as teorias da conspiração também.

O sucessor de Benedito XVI, que em Portugal é chamado Bento XVI e em França Benoit XVI (o nome Benedito existe e há dois santos com este nome: S. Benedito, O Africano ou O Mouro, e S. Benedito de Núria, também conhecido como Bento de Núria), escolheu chamar-se Francisco, em honra a S. Francisco de Assis. Um bom nome, tal como é bom o facto de ser Jesuíta, ordem de clero discreto, que esperamos que condiga com o voto de pobreza do santo a quem foi buscar o seu nome papal.

AUTOR: Filomena Marta

Sai mais uma machadada, faxavôr…!

Sexta, 15 de Março, 2013

Sai mais uma machadada, faxavôr…!

Os patrões portugueses estão felizes. Num país onde o mérito é incómodo, a incompetência premiada, o compadrio estimulado, onde mais depressa se diz a um trabalhador que ele não está a fazer nada na empresa e o seu lugar é dispensável, mesmo que não seja, do que se elogia a competência e a inteligência, só faltava tornar mais fáceis e baratos os despedimentos.

Num país onde se despede “porque sim”, porque o lugar até dá jeito para a sobrinha ou para o amigo do amigo, nada melhor do que pagar menos para mandar embora.

Num país onde palmadas nas costas só se forem acompanhadas de punhal, reduzir as indemnizações por despedimento é uma manobra de mestre.

AUTOR: Filomena Marta

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