SENCIENTE:

1. adj. 2 gén. que tem sensações; sensível.
(Lat. sentiente) in Dicionário da língua Portuguesa, Editora, 5ª edição
2. adj. que sente; que tem sensações.
(Lat. sentiens ) in Dicionário Cândido de Figueiredo, 1913

SENCIÊNCIA:

Senciência é a "capacidade de sofrer ou sentir prazer ou felicidade". [1]
[1] SINGER, Peter. Vida ética: os melhores ensaios do mais polémico filósofo da actualidade.
Rio de Janeiro: Ediouro, 2002. ISBN 850001055X. P. 54
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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Queridos defensores da Queima do Gato

Quarta, 1 de Julho, 2015

Queima do Gato

(dedicado muito especialmente a Eduardo Cintra Torres, à CMTV e ao seu dedicado pivot João Ferreira, que até mencionam sociologia e simbologia, como se soubessem com propriedade do que estão a falar)

Ora vamos lá ser politicamente incorrectos! Queimar gatos, enterrar galos vivos, lançar cristãos aos leões, queimar bruxas na fogueira, chicotear escravos, enterrar farpas em touros, matar elefantes e rinocerontes pelo marfim e chifres, comer gatos e cães (e outros animais), esfolar animais vivos para lhes tirar o pêlo, espancar focas até à morte, chacinar golfinhos e outras atrocidades NÃO É TRADIÇÃO, É ESTUPIDEZ E DESUMANIDADE.

AUTOR: Filomena Marta

Um pontapé no... parvo do povinho

Sexta, 6 de Março, 2015

Primeiro-Ministro Passos Coelho

Há coisas extraordinárias, pois há! Não são raras as vezes em que me sinto como uma ilha, rodeada de energúmenos por todos os lados. Mas acredito piamente que não sou a única, que muitos de nós terão essa sensação várias vezes na vida, se não até várias vezes por dia.

Muitas vezes quando ouço alguém falar, ou leio sobre alguma coisa que alguém disse, penso que bem aplicado seria um bom pontapé na boca. Aquilo a que vulgarmente se chama uma “biqueirada”.

Nunca compreendi se algumas pessoas se consideram verdadeiramente iluminadas, se pensam que todos à sua volta são estúpidos que nem portas ou uma inquietante conjugação de ambas.

Fui pôr o Euromilhões, naquela vã esperança de que um dia me possa tocar a mim e na convicção acertada de que se não o puser não sairá de certeza, e as letras das capas dos jornais em exposição naturalmente captaram a minha atenção. De repente estava a ler o que Passos Coelho disse sobre não ter pagado as suas obrigações fiscais. Tudo escrito entre aspas, num bom discurso directo. Pisquei os olhos e caiu-me o queixo.

AUTOR: Filomena Marta

Das estranhas sensibilidades nas redes sociais

Quinta, 5 de Março, 2015

Das estranhas sensibilidades nas redes sociais

No nosso atrasado país as pessoas não entendem que haja regras e cuidados impostos para a adopção de um animal. 
(..) A triste mentalidade é a de “vou aí escolher um gatinho”. Ninguém “vai ali” escolher uma criança. A responsabilidade de ter um animal é idêntica e isso diz tudo.

São largas dezenas de apelos lançados no Facebook, de outras tantas dezenas de animais sem tecto ou abandonados à sua sorte por gente sem alma nem escrúpulos. 

A maior parte são gatos Europeu Comum, o vulgar gatinho de rua, mais ou menos bonito, mais ou menos novo. Mas também de cães, maioritariamente SRD, ou seja, Sem Raça Definida. O comum rafeiro.

Há animais que estão largos meses à espera de uma adopção. Há casos em que se passam anos.

Há apelos que são repetidamente lançados sem haver uma única partilha. Total indiferença.

O mesmo acontece com os anúncios colocados para adopção nos sites próprios para o efeito.

AUTOR: Filomena Marta

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